Treinador das Brabas, Lucas Piccinato comenta sobre rotatividade no gol e exalta opções no setor

Na última terça-feira (12), a goleira Lelê foi relacionada para uma partida após quase cinco meses afastada. A jogadora que recém completou 31 anos de idade passou grande parte do ano passado fora dos campos após romper o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo em fevereiro.
A lesão tirou Lelê da disputa das Olimpíadas de Paris, na qual o Brasil conquistou a medalha de prata. Desde que se recuperou, havia disputado apenas dez jogos e precisou ser afastada novamente. Lucas Piccinato disse, na coletiva após a vitória contra a Ferroviária, que tem boas opções para o gol alvinegro.
“É uma posição (gol) onde a gente está muito bem servido hoje. Temos quatro grandes goleiras. A Rillary está indo muito bem no Sub-20, mas ela está com a gente também no profissional. É uma jovem promessa. Tem a Morganti no Sub-17, que é uma jovem promessa também, e está no dia a dia com a gente. Vamos colocar para jogar quem a gente entender que está no melhor momento. Respeitamos muito a trajetória de todas que estão aqui. Hoje a escolha foi pela Kemelli, na semana passada foi pela Nicole e se, na semana que vem a escolha for pela Lele, assim vai ser”, revelou.
O treinador das Brabas também falou sobre a rotatividade da linha defensiva. Na ocasião, Thaís Ferreira começou o jogo no banco e Mariza nem foi relacionada.
“Em todas as posições do campo, não só no gol, mas na linha de baixo, a gente tem rodado bastante. Hoje a Thaís Ferreira e a Mariza, que tem uma minutagem muito alta, começaram fora e assim vamos enxergando quem está na melhor condição possível para jogar”, finalizou.
As Brabas voltam a campo nesta sexta-feira (15), quando recebem o Bahia pelas quartas de final do Brasileirão Feminino. O jogo será disputado às 21h (de Brasília), no estádio do Pacaembu, já que a Fazendinha segue impedida de receber jogos à noite.